sábado, 6 de julho de 2019

Violência contra a mulher...




          Com a Lei Maria da Penha, muitas organizações e a maioria da população engajada nesta luta, a sensação que temos é que, apesar dos anos, nada mudou e não houve nenhuma mudança para que a violência contra mulher parasse ou diminuísse. As pesquisas, os noticiários, o nosso dia a dia nos mostram as atrocidades feitas contra a mulher.
          O perigo está em tudo como um namorado novo, um relacionamento na internet, uma viagem de Uber, um assédio no escritório, uma invasão no condomínio, um passeio na rua, um jantar, uma danceteria, um treino no parque, uma aula no colégio, uma briga com o marido, um ex-possessivo, uma briga de trânsito, uma briga com vizinhos, uma trilha na mata, uma viagem, uma carona, enfim...
          Namoradas, esposas, irmãs, mães, filhas, colegas, amigas, não importa, todas são vítimas de criminosos disfarçados de pessoas comuns. É inegável que o mal sempre conviveu ao nosso lado. E, por incrível que pareça, as pessoas continuam a achar que só acontece na Tv, com o vizinho... 
          É incrível como todos levam suas vidas sem se prevenir. Preferem andar nas ruas como vítimas, presas fácil da violência.
          O mal sempre existirá, as forças de segurança nunca vão conseguir proteger a todos. A nossa salvação nunca virá dos políticos. A vida é e sempre foi uma selva, devemos mudar de vítimas para predadores.
          Não digo para agirem como animais violentos (mesmo porque haverá consequências), mas sim mudarem de atitude, deixarem de ser vítimas. Um criminoso sempre atacará o mais fraca. Nunca ataca e sempre desiste do mais forte, do que dará mais trabalho.
          Muitas mulheres facilitam e muito, agindo distraidamente, cometendo inúmeras falhas de segurança. Eu sei, é muito estressante agir como um paranoico, mas a prevenção é a única solução.
           O estresse só vem, se você age com medo de tudo. Agora, se você age tranquilamente como se estas ações são naturais, a sua segurança e proteção ocorrerão naturalmente. E como isso é possível? Com condicionamento mental, muito treinamento. Se você se condiciona a mudar seus hábitos, os resultados serão visíveis.
           Você mulher, tem que se proteger. E você que ama uma mulher, deve incentivá-la a se proteger.
           Existem vários caminhos e formas... Uma delas, que veio para ajudar ou pelos menos amenizar esta situação é o curso específico Violênciacontra Mulher! Como se Proteger?





           São orientações de prevenção em todos os segmentos como violência urbana, acidentes domésticos, idosos, crianças, incêndios, catástrofes, terrorismo, aeroportos e muito mais.
           Muitas sofrem diariamente com abusos, violências, preconceitos, torturas, psicológicas ou não. Desta forma vocês poderão sobreviver nesta selva urbana.
          Direcionado especificamente ao público feminino ou interessados.
          Confira..

  
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sábado, 1 de dezembro de 2018

CARTA DE DEPUTADO SOBRE O SUS À BOLSONARO


               Sim... eu sei que já é compartilhamento passado mas quero o fazer novamente para não deixar que se esqueçam das atrocidades e injustiças que sofremos durantes muitos anos no Brasil. Não podemos deixar de lembrar os horrores que passamos e continuamos a vivenciar. Que nossa revolta continue e, que com esta nova chance através de um novo Presidente, que tem as mesmas convicções que o todo povo brasileiro, possamos finalmente, ter esperança!
               Então vou compartilhar mais uma vez esta carta sobre a saúde...





Jr Silva
2 meses ago
Lágrimas na chuva – Emocionante carta de um médico ao presidente eleito Jair Bolsonaro, leia;



               Excelentíssimo Sr. Deputado Federal, Candidato à Presidência da República, Capitão de Exército Jair Messias Bolsonaro.

               Não nos conhecemos pessoalmente. Escrevo-lhe, em primeiro lugar, na condição de cidadão brasileiro; em segundo, na condição de eleitor e, só em terceiro e último lugar, como médico.

               Não tenho qualquer procuração de “Entidades Médicas” para me manifestar em nome delas, não sei (nem quero saber) se meus colegas acreditam ou concordam com aquilo que vou narrar e lhe pedir.

               Ingressei no serviço público municipal da minha cidade no ano 2000. Fui chefiado por um médico que é ex-réu em processo por crime contra o Sistema Financeiro Nacional por participar de um esquema de saque a descoberto contra Caixa Econômica Federal. Além disso foi também condenado por falsidade ideológica (teria recebido dinheiro público para “fazer pesquisa” quando já era funcionário ou algo assim).

               Esse lixo humano não tinha, sequer, a hombridade e a coragem para se declarar petista simplesmente fazia o serviço sujo para galgar degraus na carreira política em que mais tarde se tornou conhecido. Em 2003 me disse pessoalmente que faria o possível para acabar com a minha carreira.

               Imperava então, na cidade onde eu moro, a “Pyongyang dos Pampas”, o verdadeiro “maoísmo na área da saúde”. O Município era controlado pela Organização Criminosa Petista desde 1988.

               Trabalhando em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), vi pessoas morrendo em cadeiras de plástico, vi funcionários com nível de segundo grau mandando embora pacientes HIV positivos com febre de quarenta de graus dizendo que “não era nada grave”.

               Atendi doentes que ficaram por semanas em corredores aguardando leito em Unidade de Terapia Intensiva e vi pacientes psiquiátricos correndo nus dentro do serviço no qual eu fazia meus plantões. Tudo anotei, descrevi e denunciei ao Conselho Regional de Medicina estimulando mais ainda, contra mim mesmo, o ódio e a perseguição política na carreira funcional.

               Respondi a dezenas de sindicâncias e a um processo administrativo por insuficiência em “Estágio Probatório” cujas avaliações eram feitas com base nos relatos de enfermeiras, técnicos de enfermagem e membros da “comunidade” cabendo à médica que era minha chefia direta – petista histérica que hoje está dentro do nosso Sindicato Médico subscrever o que diziam de mim (coisa que ela fez sem qualquer problema de consciência).

               Em 2004, sem saber mais “o que fazer comigo” que pedia desesperadamente para ser transferido e trabalhar num Hospital e não numa (UPA), fui mandado para outra espelunca igual a primeira – meu chefe, outro lixo petista, um alcoolista formado em Medicina, tinha ficha no antigo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), ficou famoso por assédio sexual contra funcionárias e as revistas que fazia nas suas bolsas quando algo desaparecia. Estimado pelo comando local do tráfico de drogas, não teve comigo tratamento diferente.

               Em 2007, doente e deprimido, consegui, depois de laudo da MINHA psiquiatra, ter minhas funções limitadas a um Hospital da cidade, neste hospital o Diretor era o médico que foi meu chefe na primeira UPA onde comecei minha carreira no Serviço Público.

               Depois disso tudo ficou claro pra mim que eu não podia mais trabalhar em UPA alguma como médico do Serviço Público. Procurei então mudar de especialidade e me tornei intensivista (até então era clínico e cardiologista) após prestar a Prova de Título da entidade que representa esta especialidade no Brasil.

               Fiz isso com intuito, mais uma vez, de ficar longe do terror, do descaso, do verdadeiro inferno que são as UPAS e serviços de Emergência no nosso país para qualquer médico que não seja corrupto, louco ou comunista. Em 2010 ingressei, também através de concurso público, na carreira como médico intensivista de um Hospital Federal (na verdade uma autarquia) que era então comandado pelo Partido Comunista do Brasil.

               Toda minha história já era então conhecida no meio médico da cidade – entre “colegas” (ou entre os que pensam que são médicos) eu já era visto como “louco” e “paranoico que se considera perseguido pelo PT”.

               Em 2014, depois de ter escrito sobre o Programa Mais Médicos, depois de me insurgir contra as barbaridades que vi acontecerem dentro da Unidade de Terapia Intensiva em que eu trabalhava, uma médica (em conluio com os comunistas da Direção) me acusou de “violência contra mulher”.

               Um “juizeco” do trabalho (de primeiro grau) da minha cidade completou o serviço sujo solicitado pela escória, pela ralé do PT, PSOL e PC do B. Eu fui exonerado e o Hospital ganhou o processo trabalhista que movi contra ele porque na Segunda Instância foram os colegas de ideologia da Ministra Rosa Weber (ex-presidente do TRT4) que julgaram o recurso apresentado pelo meu advogado.

               Nessa época eu já era conhecido nacionalmente por “mandar Dilma chamar um médico cubano” na ocasião do seu “mal-estar” no debate com o corrupto e chefe de quadrilha, então candidato à Presidência da República, Aécio Neves.

               Capitão Bolsonaro (assim o chamo agora porque sou também tenente da reserva da Força Aérea Brasileira), tudo isso que escrevi acima é apenas parte da minha história no Serviço Público como Médico. Eu não tenho aqui interesse algum de despertar piedade ou pedir ao senhor qualquer coisa – meu objetivo hoje é deixar o Brasil e ser médico em outro país.

               Escrevo-lhe por considerar minha obrigação, em primeiro lugar, tornar público aquilo que aconteceu comigo e, em segundo, dizer ao senhor aquilo que considero ser prioridade na área da saúde se o senhor, porventura, conseguir se eleger.

               O que deve ser dito é o seguinte: Toda Rede Hospitalar Brasileira foi destruída pelo Regime Petista. UPA’s são lugares criados para esconder a morte de pacientes que deveriam estar dentro de hospitais: a UPA é um lugar em que se atende tudo aquilo que não é suficientemente grave e poderia ser resolvido num posto de saúde, ou coloca a vida do paciente em risco e ele deveria estar dentro de um Hospital.

               Deputado Bolsonaro, enquanto existir SUS no Brasil o PT e o comunismo na área da Saúde vão estar vivos. O senhor não poderá acabar com o SUS pois será impedido pela Constituição Federal, mas pode mudar toda História da Saúde Pública se afastar, se exonerar e expulsar de dentro do Ministério da Saúde, a corja, a ralé de alcoolistas, pederastas, pedófilos, viciados, corruptos, vagabundos e estelionatários do PT, PSOL e PC do B que hoje MANDAM e DESMANDAM na Saúde Pública Brasileira e que fizeram comigo (e com centenas de outros médicos) isso que narrei no início da carta.

               Acabe, eu lhe imploro, com a Ditadura Comunista na Saúde Pública, não ceda mais um centavo sequer para postos de saúde e UPA’s – o Brasil foi transformado num “postão”!

               Ajude a reconstruir a Rede Hospitalar Brasileira, lute para FECHAR e não para abrir mais faculdades de Medicina! Colabore com as entidades médicas na formação de um plano de carreira e de um piso salarial mínimo em todo país, ajude os médicos brasileiros a se fazerem respeitar pela Imprensa Vagabunda Petista que hoje nos massacra expulsando os escravos cubanos (falsos médicos) trazidos por Dilma Rousseff e por outro bandido da minha profissão chamado Alexandre Padilha.

               Não sei se o senhor vai conseguir se eleger: acredito que pode ser assassinado a qualquer momento pela Organização Criminosa que comanda o Brasil ou que as urnas possam ser fraudadas dando a vitória a quem puder ser controlado por ela.

                Minha história eu tornei pública. Ela vai passar despercebida como “lágrimas na chuva” (como diria aquele androide do filme “Blade Runner”), mas com o meu voto o senhor pode contar.

               Cordiais Saudações,

               Milton Pires.

Porto Alegre, 8 de agosto de 2018.